Diante da injustiça, a covardia se veste de silêncio (Julio Ortega) - frase do blog http://www.findelmaltratoanimal.blogspot.com/

sábado, 7 de junho de 2014

Juliana Malhardes: receita de suco de maçã, gengibre e aipo

Ingredientes:

½ xícara de girassol descascado hidratado por 8 a 12 horas
3 maçãs
2 talos de aipo (com folhas)
3 lascadas de gengibre
Caldo de ¼ de limão

Preparo:

Liquidificar todos os ingredientes, pilando com ajuda de uma cenoura ou pepino até formar uma papa grosa e homogênea (se parecer impossível acrescente um pouco de água, apenas o bastante para ajudar a liquefazer). Forrar uma bacia com coador de voal aberto ou um pano de prato limpo, despejar o sumo, coar apertando com as mãos e beber com alegria!
Bom apetite e ótima germinação!



sexta-feira, 6 de junho de 2014

Cavalos escravos: dor e sofrimento




Por Dr. phil. Sônia T. Felipe, no site Olhar Animal

Sabemos, há milênios, da existência de sensibilidade consciente em todos os animais, algo que acaba de ser confirmado pela Declaração de Cambridge sobre a Consciência em Humanos e Animais, proclamada em 7 de julho de 2012, na Inglaterra. Sabemos que eles têm inteligência, memória e raciocínio. Os filósofos greco-romanos (Ovídio, Sêneca, Plutarco e Porfírio), assim como Aristóteles, reconheciam que um nível não desprezível de racionalidade era próprio dos animais, não apenas dos humanos.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Comer um amendoim e a carne de uma vaca dá no mesmo?

Dr. phil. Sônia T. Felipe, no site Olhar Animal

É comum nas palestras em defesa dos animais e de um modo de viver e de comer que não inclua nenhuma matéria animal no consumo, alguém dizer que as alfaces também "sofrem e sentem dor". Faz pelo menos vinte anos que ouço isso nos auditórios e ouvi também algumas vezes em sala de aula.
Se comemos um amendoim, pensam as pessoas, então comemos algo igual a um pedaço de carne, ao ovo e ao leite. Apenas uma parte disso está correta: o amendoim é rico em gordura saturada, proteína e minerais. Acaba-se aí a igualdade entre o presunto e o queijo (obtidos do corpo de animais que sofrem do dia em que nascem ao dia em que são mortos) e o amendoim. Esse pode ter desidratado ao ser torrado, mas, definitivamente, não sentiu dor alguma.

domingo, 1 de junho de 2014

Monsanto, a semente do diabo

Por Esther Vivas, no jornal Brasil de Fato:

“A semente do diabo”. Foi assim que o popular apresentador do canal estadunidense HBO, Bill Maher, em um de seus programas e em referência ao debate sobre os Organismos Geneticamente Modificados, batizou a multinacional Monsanto. Por quê? Trata-se de uma afirmação exagerada? O que esconde esta grande empresa da indústria das sementes? No último domingo, justamente, foi o dia mundial de luta contra a Monsanto. Milhares de pessoas em todo o planeta se manifestaram contra as políticas da companhia.

Juliana Malhardes em Visconde de Mauá/RJ


sábado, 3 de maio de 2014

Em guerra contra a Nestlé

Por Marina Almeida, no site da Agência Pública:

Da varanda do apartamento onde mora, Alzira Maria Fernandes olha para o Parque das Águas, em São Lourenço (MG), com tristeza. “Só acha bonito quem não viu como era antes. Eu frequentava muito ali. Era uma maravilha. Agora a Nestlé está acabando com tudo.” A principal preocupação da aposentada não está nos jardins planejados nem na mata nativa que o espaço, de 430 mil metros quadrados, abriga, mas no que ele esconde em seu subsolo: nove fontes de raras águas minerais e gasosas, com propriedades medicinais, que começaram a se formar há algumas dezenas ou centenas de anos.

“Água nenhuma mais tem sabor. A fonte Magnesiana chegou a secar, agora voltou, mas só cai uma tirinha, tirinha. E era bastante”, lamenta Alzira. No sul de Minas Gerais, ela e um pequeno grupo de moradores de São Lourenço acreditam que a exploração das águas para engarrafamento está afetando a qualidade do líquido e a vazão nas fontes. Reunidos na associação Amar’Água, eles tentam lutar contra a gigante multinacional e a legislação brasileira, guiada pela lógica da exploração comercial desse recurso mineral.

terça-feira, 22 de abril de 2014

ANIMAIS, SUJEITOS DE DIREITOS EMOCIONAIS


O site Olhar Animal noticia uma virada na história humana. Por força da lei, na França os animais serão considerados sujeitos de direitos emocionais ou seres sencientes.

E a mudança será feita. Na França, os animais deixarão de ser considerados meros objetos de propriedade pessoal dos humanos. Serão tratados pela lei como sujeitos de direitos emocionais, portanto, como seres sencientes. Ninguém poderá mais fazer o que bem entender a qualquer animal, mesmo que se considere “seu dono”. Essa mudança abole o estatuto de objetos ao qual os animais foram condenados indevidamente ao longo dos milênios. E o povo francês (89%) a vê como boa.

sábado, 19 de abril de 2014

Ovis aries morta

Ilustração: Saverio Polloni
Por Dr. phil. Sônia T. Felipe, publicado no sítio Olhar Animal

Ou, carne de ovelha nessa e em outras semanas nada “santas”. Uma longa leitura para o seu feriado dar no que pensar sobre esse animal.

A novilha, condenada à morte por estar cega, é resgatada por um menino que a leva para casa e a adota. Solidário com o gesto do garoto, um carneiro do rebanho Ovis aries torna-se fiel escudeiro da novilha cega. Guia-a na pastagem, cuida para que ela não caia nos precipícios, dorme com ela.

Vivem assim por quase quatro anos, nos quais ela deu à luz um bezerro, de quem o carneiro cuidou como se fosse pai, protegendo-o de predadores. De seus próprios rebentos ele não precisa cuidar, porque o rebanho de ovelhas faz isso muito bem sem ele. Mas do bezerro as ovelhas não cuidavam, então, ele, sim, o fez! Quando a vaca morreu de infecção pulmonar, esse carneiro ficou ao lado do corpo morto gritando por horas, no mais puro desespero por não conseguir acordá-la nem ajudá-la.

segunda-feira, 31 de março de 2014

WORKSHOP – APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA DE BAIXO IMPACTO – SP

Facilitador:
Leonardo Tannous possui graduação pelo Centro Universitário Senac (2009) como engenheiro ambiental, Livre Docência em Permacultura (2008), paisagista pela Escola Municipal de Jardinagem SVMA (2010) e Designer para a Sustentabilidade – Eccovillage Design Programme – Gaia Education – UMAPAZ/SVMA (2008).
Tem experiência na área de engenharia ambiental, com ênfase em manejo integrado de água na paisagem, atuando em projetos de aproveitamento de água de chuva, sistemas urbanos de
drenagem sustentável, tratamento biológico de efluentes, e como educador socioambiental. Atua na Fluxus Design Ecológico desde outubro de 2010.

DATAS:
- 22 de abril das 19h00 às 22h00 (TEORIA)
- 26 de abril das 08h30 às 17h30 (PRÁTICA)