terça-feira, 8 de março de 2022
Mulheres de minha alma, de Isabel Allende
segunda-feira, 7 de março de 2022
Sônia T. Felipe - Especismo: conceito e história
Dra. phil. Sônia T. Felipe
Resumo: Este artigo trata da questão da
discriminação contra os animais, da origem dessa discriminação na filosofia
antiga e do conceito especismo, criado por Richard D. Ryder no século XX para
designá-la, fazendo par com os já conhecidos, racismo e machismo.
Palavras-chave: especismo, especismo elitista,
especismo eletivo, antropocentrismo, Humphry Primatt, Richard D. Ryder
Discriminação moral da espécie
biológica de vida
Atentar
contra a dignidade de seres humanos por conta de sua constituição ou orientação
sexual é sexismo (heterossexismo, homofobia, machismo, misoginia, androginia).
Se a dignidade da pessoa é violada por conta da etnia, é racismo. Machismo,
sexismo e racismo são termos que se tornaram conhecidos nas últimas cinco
décadas.
Entretanto,
se a vida de um animal é tirada em experimentos químicos e bélicos, se sua
liberdade para viver de acordo com o éthos singular de sua espécie lhe é
subtraída pelo confinamento em aquários, zoológicos, circos, galpões,
gaiolas, baias, residências e correntes, se o espírito específico do animal é
eliminado pela doma ou domesticação, se o animal é escravizado para atender aos
interesses humanos, a exemplo das fêmeas bovinas usadas para extração do leite,
das galinhas usadas para produção de ovos, das porcas usadas para reprodução
dos porcos a serem abatidos, e em todos os casos nos quais os humanos tiram dos
animais as condições de vida dignas da espécie em questão, não se usa um termo
equivalente ao que designa o abuso contra o sexo, o gênero e a raça de um
humano. O termo adequado para designar a discriminação contra animais
não-humanos é especismo, pouco conhecido fora do movimento animalista.
Se não há
um conceito designando e delineando uma ação humana, não há reflexão crítica e
ética sobre ela. Sem ser designada, a ação não pode ser avaliada. Sem ponderar
seu valor, não se pode ter consciência do dano que pode causar a quem sofre
seus desdobramentos, seja humano, seja não-humano. A violência contra os
animais permaneceu por milênios sem referência conceitual alguma na história do
pensamento humano, da filosofia à ciência, do direito à arte.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
Doce de kiwi e caqui para relembrar a nossa infância
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 27 de janeiro de 2022
Dra. phil. Sônia T. Felipe: sofrimento dos cavalos nos esportes e tração
Nesta vídeo conferência, a convite do I Seminário Proteção integral à Saúde e ao Bem-estar dos animais utilizados em eventos e diversões públicas (UFPB, OAB/PB, MPF, MPE/PB), 6 outubro de 2015, a Filósofa Dr. phil. Sônia T. Felipe expõe os resultados de sua pesquisa sobre a dor e o sofrimentos dos cavalos usados para monta e tração.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
quarta-feira, 1 de dezembro de 2021
Do Luxo ao Fast Fashion: Relatório revela relação de marcas de moda com o desmatamento da Amazônia
Texto de Juliana Aguilera
Estudo inédito conduzido pela Stand Earth relaciona mais de 150 marcas de moda com o desmatamento da floresta Amazônica. O produto que liga essa rede: o couro. A pecuária não só é um dos grandes responsáveis pelas emissões de gases do efeito estufa (GEEs) no país, como é também o principal motivo de desmatamento no bioma. Entre os nomes levantados associados ao desmatamento estão: Louis Vuitton, Dior, Guess, H&M, Nike, Zara, Vans, Tiffany & Co e Tommy Hilfiger.
A partir de uma das principais fornecedoras brasileiras, a JBS, a investigação, que ainda está em curso, resultou em mais de 400 conexões individuais da rede de suprimento entre diversas empresas, como curtumes brasileiros, processadores de couro em vários países, fabricantes de produtos e marcas de moda em todo o mundo. No momento da publicação, o documento já conecta mais de 100 marcas. Cerca de 80% do couro bovino produzido no Brasil é exportado para países como: China e Hong Kong (41.6%), Itália (27.3%), Vietnã (9.6%), Taiwan (5.6%), índia (3.5%), Estados Unidos (2.5%) e Tailândia (2.2%).
Matéria completa: https://www.modefica.com.br/moda-couro-desmatamento-amazonia/?fbclid=IwAR0ODJ5bnbBfc5XseEYoUhD6g1uhYsRZXPnMYPI2xQ5bl7jEz0_sQxxCen4
terça-feira, 16 de novembro de 2021
domingo, 31 de outubro de 2021
1º DE NOVEMBRO – DIA MUNDIAL DO VEGANISMO – Profa. Dra. Sônia T. Felipe – 3º Encontro Vegetariano UFFS
Clique em "Assistir no Youtube"
3º Encontro Vegetariano UFFS - Profa. Dra. Sônia T. Felipe Aula Aberta - História e Animais Mediação - Prof. Dr. Miguel Mundstock Xavier de Carvalho
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
1º DE NOVEMBRO – DIA MUNDIAL DO VEGANISMO – Receita do Livro "Cirurgia Verde", Dr. Alberto Gonzalez
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Cirurgia verde: Conquiste a saúde pela alimentação à base de plantas. Autor: Dr. Alberto Peribanez Gonzalez |
Receita do Livro "Cirurgia Verde", Dr. Alberto Gonzalez - Burguer de feijão
Ingredientes
1 xícara de feijão moyashi germinado
1/2 xícara de farinha de aveia
1/2 cebola média bem picadinha
1/2 colher de chá de alho ralado fino
¼ colher de chá de pimenta calabresa
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de louro em pó
2 colheres de sopa de salsinha picadinha
1 colher de farinha de
linhaça dourada diluída em 3 colheres de sopa de água
2 colheres de azeite de oliva
2 colheres de óleo de coco virgem
Modo de preparo
1. Em uma panela de pedra, barro ou ferro amorne
a cebola e o alho no azeite.
2. Acrescente o feijão
Moyashi, o orégano, o sal, a pimenta calabresa e amorne até suavizar o gosto
amargo do feijão.
3. Bata no processador
o restante dos ingredientes (menos o óleo de coco).
4. O óleo de coco deve ser utilizado para
amornar o hambúrguer.
5. Modele a massa no formato de hambúrguer e
amorne com óleo de coco em uma chapa de pedra até que fiquem corados.
6. Sirva com molho cremoso.
Armazenamento: 3-4 dias na geladeira em
pote de vidro com tampa.
Rendimento: 10 unidades pequenas
segunda-feira, 25 de outubro de 2021
quarta-feira, 20 de outubro de 2021
MST recebe prêmio de Justiça Social da OIT pela atuação na defesa da classe trabalhadora no Brasil
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| Foto: Juliana Adriano |
A cerimônia de premiação será nesta sexta-feira (22) de forma virtual
O MST foi um dos cinco escolhidos entre centenas de organizações e indivíduos do Sul Global, que lutam por justiça social, para o prêmio Esther Busser Memorial Prize. A premiação será realizada virtualmente, no dia 22 de outubro, às 8h.


