Diante da injustiça, a covardia se veste de silêncio (Julio Ortega) - frase do blog http://www.findelmaltratoanimal.blogspot.com/

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Tratamento de esgoto em pequena escala



Com Daniel Bonamin e Leonardo Tannous

Datas: 01 e 02 de outubro de 2011
Horário: dia inteiro (com possibilidade de dormir no local)
Carga Horária: 16 horas
Local: Templo da Linha Unificada (São Roque - km. 55 da Rod. Raposo Tavares)
Valor: R$ 200,00 (incluso hospedagem e alimentação)

Lançamento do livro "O escritor e o diabo", em São Paulo


domingo, 18 de setembro de 2011

O mundo segundo a Monsanto

A Monsanto produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no mercado de sementes.
Marie-Monique Robin traz depoimentos inéditos de cientistas, políticos e advogados. A obra esmiúça as relações políticas da multinacional com o governo democrata de Bill Clinton (1993-2001), e com o gabinete do ex-premier britânico Tony Blair. Entre as fontes estão ex-integrantes da Food and Drug Administration (FDA), a agência responsável pela liberação de alimentos e medicamentos nos EUA.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Tudo pronto para a matança anual de golfinhos e baleias em Taiji, Japão




Como todo ano, os habitantes de Futuo se preparam para seu ritual macabro para matar cerca de 20 mil golfinhos

Apesar de esta prática ter sido repudiada internacionalmente e denunciada por diversas organizações ambientais, tudo indica que, mais uma vez, o cruel ritual será realizado pela população costeira do Japão: a matança massiva de golfinhos. Esta temporada de caça começou em primeiro de setembro e irá até abril de 2012.
Não deixa de chamar a atenção, que apesar de supostamente termos avanços significativos em matéria de conservação ambiental e proteção animal na última década, nada ocorreu para que esta prática brutal de caça aos golfinhos e baleias seja extinta. A organização Whale and Dolphin Conservation Society (WDCS) advertiu que monitorará no local a matança e levará um registro detalhado dos acontecimentos, advertindo que não deixará de tentar frustrar estas caças.
Cada ano a população de Futuo entra no mar e acurrala milhares de cetáceos na famosa enseada de Taiji. Uma vez “capturados”, muitos são aniquilados para extrair sua carne, os mais “sortudos” são mantidos vivos e serão vendidos a parques aquáticos ao redor do mundo. Entre eles estão pequenas baleias e golfinhos de várias espécies. (Fonte: http://pijamasurf.com/2011/08/todo-listo-para-la-matanza-anual-de-delfines-y-ballenas-en-taiji-japon/)


Ilhas Faroe (estado independente da Dinamarca)

As ilhas Faroe estão na Dinamarca (o país proíbe estas caças), mas eles têm leis independentes que autorizam a continuar com essa execução massiva. Todos os anos, milhares de baleias são caçadas com ganchos de metal, suas espinhas são cortadas e sangram até morrer.
Há na internet um abaixo-assinado para acabar com esta prática: https://secure.peta.org/site/Advocacy?cmd=display&page=UserAction&id=911


Tradução: Sandra Luiz Alves

domingo, 11 de setembro de 2011

O 11S IMPORTANTE

Os estadunidenses que me perdoem, mas o golpe no Chile, incentivado e financado pelos EUA, foi sanguinário. Vocês que investiguem suas "verdades", que transformaram em um mundo pior desde seu 11S.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Se é Bayer não é bom


Jogadora global
Em todos os lugares do planeta as grandes multinacionais determinam o jogo político. Um dos maiores jogadores globais é a Bayer AG, presente em todos os países. As subsidiárias da antiga IG Farben (Basf, Bayer e Hoechst) dominam as indústrias químicas européias e têm um volume anual de 90 bilhões de euros. Nenhum governo, político ou instituição, pode escapar da influência deste poderoso mecanismo.

Maravilhas e perigos
As “maravilhas da química” um dia foram aplaudidas levemente como “avanços da raça humana”, mas os perigos da produção de venenos químicos nos converteram em reféns: ninguém pode escapar. Isto afeta a todos nós. Críticas e alternativas são necessárias. A coordenação contra os perigos da Bayer, que começou como uma iniciativa cidadã em 1978 está trabalhando para publicar os riscos da produção química em grande escala, eliminar os potenciais perigos e desenvolver alternativas.

Da aspira aos trabalhos forçados
A história da Bayer começou no século XIX e a aspirina não é o único produto relacionado com a empresa. A companhia também é identificada com agentes de guerra química, com “medicamentos” como a heroína (marca registrada anteriormente pela Bayer) e com inumeráveis inseticidas e venenos caseiros. A companhia pensa somente em seus próprios benefícios e trabalha com ditadores e criminosos de guerra, como Hitler e Pinochet. O diretor da Bayer, Carl Duisberg, fez propaganda pessoalmente para o trabalho forçado durante a Primeira Guerra Mundial. A idéia levou ao assassinato massivo no campo de concentração de propriedade da IG Farben: Auschwitz-Monowitz. A companhia foi acusada pelo seu grande envolvimento no planejamento, preparação e realização das duas guerras mundiais. O Tribunal Internacional de Crimes de Guerra declarou a empresa culpada por sua responsabilidade na guerra e por crimes da ditadura nazista.


Tradução: Sandra Luiz Alves

sábado, 3 de setembro de 2011

O veneno está na mesa


O Brasil é o país do mundo que mais consome agrotóxicos: 5,2 litros/ano por habitante. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo mundo pelo risco que representam à saúde pública.

O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para os cidadãos, que consumem os produtos agrícolas. Só quem lucra são as transnacionais que fabricam os agrotóxicos. A idéia do filme é mostrar à população como estamos nos alimentando mal e perigosamente, por conta de um modelo agrário perverso, baseado no agronegócio.

O Festcineamazonia - Festival Latino Americano de Cinema e Video Ambiental, criado em 2003 na cidade Porto Velho - Rondonia. O projeto tem o propósito de integrar o Brasil, Bolivia, Peru, Colombia, Portugal e Cabo Verde através do sonho do cinema.

Inscrições abertas para a 9ª Edição do FEST CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema e Vídeo Ambiental se realizará na Cidade de Porto Velho, Estado de Rondônia, Brasil no período de 8 a 12 de novembro de 2011.











sexta-feira, 2 de setembro de 2011

II Mostra Internacional de Cinema pelos Animais


Nos dias 5 e 6 de novembro acontecerá na Cinemateca de Curitiba a segunda edição da Mostra Internacional de Cinema pelos Animais. Com exibição de filmes de todos os formatos, longas, médias e curtas metragens, produzidos em diversas partes do mundo, por amadores e profissionais da área do cinema, a mostra dará oportunidade ao público de assistir e conhecer as diversas linguagens e pontos de vista relacionados ao movimento de proteção e respeito aos animais.
Em sua primeira edição o evento ofereceu ao público a exibição de filmes estrangeiros renomados como o “Terráqueos”, documentário narrado pelo ator e ativista dos direitos animais Joaquin Phoenix e “Uma verdade mais que inconveniente (Meat the truth)” produzido pelo partido dos animais da Holanda. E representando os nacionais foram exibidos, entre outros, “Não Matarás”, do Instituto Nina Rosa, “Atave – avicultura escancarada”, documentário cearense, dirigido por Guilherme Carvalho e o surpreendente “Espírito de porco”, de Chico Faganello e Dauro Veras, em que um porco, narra sua própria história.
Cada vez mais a questão animal ganha destaque em nossa sociedade, portanto, defensores dos direitos dos animais e amantes da sétima arte, preparem-se, pois, se a primeira mostra foi boa, a segunda será animal!
Anderson Furlan, Presidente da Assossiação Paranaense de Juízes Federais, fará a Palestra Magna na Cerimônia de Abertura do evento e confirmou presença também em mesa de debate.

Local: Cinemateca de Curitiba
Endereço: Rua Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Instituto Nina Rosa: Cultura de Paz


"Amigo dos animais

Este é um momento único na história da proteção animal em relação aos rodeios.
Vamos unir forças para proibirem de vez o uso dos animais nesses eventos.

Vejam abaixo a carta que enviamos aos patrocinadores e artistas que participaram do Rodeio de Barretos. Se quiserem se manifestar também, podem usá-la como modelo.

Gratidão pelos animais,

Nina" 


Senhores,
 
Concordamos que empresas devem incentivar eventos culturais, porém de uma cultura de paz. Se ainda alguém duvidava que os rodeios com animais são espetáculos recheados de crueldade,  esta edição de Barretos comprovou os maus-tratos, que há anos vêm sendo apontados por pessoas mais bem informadas.
 
Enquete realizada pela Rede R7 de Notícias concluiu que 96% das pessoas são contrárias a rodeios com animais.
Estimativas apontam que cerca de 70% dos freqüentadores deste tipo de evento não assistem  às provas com animais. Sua participação se restringe  aos shows de artistas, como apontado no   
PL nº825/2011
 

Estudos do FBI mostram que a violência contra animais funciona como um “primeiro degrau” para futuras violências contra humanos. Quase todos os assassinos em série têm em sua história a prática de maus-tratos a animais. Segundo pesquisas, a violência cometida contra animais, quando feita ou mesmo assistida por crianças, tem consequências psicológicas trágicas, marcando-as por toda a vida. Por outro lado, o afeto que os animais inspiram, quando incentivado, pode despertar no indivíduo sentimentos de amor, zelo e autoestima positiva.



O mundo clama por paz. Para podermos ser responsáveis socialmente, não devemos caminhar na direção oposta.
 
Atenciosamente

Nome
Cidade/UF

Lista de Patrocinadores:

Brahma  e Guaraná  sumern@ambev.com.br









Editora Três (revista Isto É) publicsp@editora3.com.br




João Bosco sassaobr@globo.com


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

1º Encontro Mundial de Blogueiros


Por Altamiro Borges

As novas mídias, com seus sítios, blogs e redes sociais, adquirem um papel cada vez mais relevante no mundo contemporâneo. As informações circulam online, contribuindo para democratizar a comunicação – seja nas revoltas do mundo árabe, na “revolução dos indignados” da Espanha, nos vazamentos do Wikileaks ou nas eleições que agitam vários países. A produção cultural e o entretenimento ganham maior difusão na web. A internet passa a fazer parte do cotidiano de bilhões de pessoas.

Num curto espaço de tempo, esta nova ferramenta tecnológica mostra todo o seu potencial para o desenvolvimento – econômico, social e político. Ela coloca em xeque a chamada “velha mídia” – com a queda das tiragens dos jornais e a migração da audiência das TVs e rádios. O impacto já se dá inclusive no terreno da publicidade. Pesquisa divulgada em março mostra que nos EUA os anúncios na internet já superaram os investidos na mídia impressa.

Mais do que nunca é preciso valorizar as novas mídias. É urgente entender melhor este fenômeno e suas tendências; investir mais no seu florescimento e aperfeiçoamento. Há consenso de que elas contribuem para o avanço da democracia. Com este objetivo, a Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom) e o Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé, com o apoio institucional da Itaipu Binacional, promovem o 1º Encontro Mundial de Blogueiros, com o tema “O papel das novas mídias na construção da democracia”, de 27 a 29 de outubro de 2011, em Foz do Iguaçu, Paraná (BR).

Programação:

27 de outubro – quinta-feira:

17 horas - Início do credenciamento;

19 horas – abertura oficial com a presença de autoridades e promotores do evento;

28 de outubro – sexta-feira:

9 horas – Debate: “O papel das novas mídias”

- Ignácio Ramonet - criador do Le Monde Diplomatique e autor do livro “A explosão do jornalismo”;

- Kristinn Hrafnsson – porta-voz do WikiLeaks [*];

- Dênis de Moraes - organizador do livro “Mutações do visível: da comunicação de massa à comunicação em rede”;

* Mesa dirigida por Natalia Vianna (Agência Pública) e Tatiane Pires (blogueira do RS);

14 horas – Painel: “Experiências nos EUA e Europa”

- Amy Gooldman (EUA) – responsável pela rede Democracy Now;

- Pascual Serrano (Espanha) - blogueiro e fundador do sítio Rebelion;

- Richard Barbrooke – jornalista da Rússia [*];

* Mesa dirigida por Renata Mielli e Maria Inês Nassif.

16 horas – Painel: “Experiências na Ásia e África”.

- Ahmed Bahgat – blogueiro do Egito;

- Nadine Mo’wwad – blogueira do Líbano [*];

- Pepe Escobar – jornalista e colunista do sítio Ásia Times Online;

* Mesa dirigida por Sérgio Telles (blogueiro RJ) e Leandro Fortes (CartaCapital);

Dia 29 de outubro – sábado:

9 horas – Painel: “Experiências na América Latina”.

- Iroel Sanchez – blogueiro cubano da página La Pupila Insomne:

- Blanca Josales – secretária de redes sociais do governo do Peru;

- Martin Becerra – blogueiro da Argentina;

* Mesa dirigida por Sérgio Bertoni (blogueiro PR) e Cido Araújo (blogueiro SP);

14 horas – Painel: “As experiências no Brasil”

- Emir Sader – blogueiro e articulista do sítio Carta Maior;

- Luis Nassif – criador do blog do Nassif;

- Esmael Moraes – criador do blog do Esmael.

- Conceição Oliveira – criadora do blog Maria Frô e tuiteira.

* Mesa dirigida por Daniel Bezerra (blogueiro CE) e Altino Machado (blogueiro AC).

16 horas – Debate: A luta pela liberdade de expressão e pela democratização da comunicação.

– Paulo Bernardo – ministro das Comunicações do Brasil [*];

- Jesse Chacón - ex-ministro das Comunicações da Venezuela;

- Damian Loreti – integrante da comissão que elaborou a Ley de Medios na Argentina;

* Mesa dirigida por Joaquim Palhares e Altamiro Borges.

18 horas – Ato de encerramento.

- Aprovação da Carta de Foz do Iguaçu (propostas e organização).

[*] Os nomes com asterisco ainda não foram confirmados.

Público alvo

- Internautas dos EUA, Europa, Ásia e África – 20 participantes;

- Internautas da América Latina – 50 participantes;

- Ativistas digitais, jornalistas e estudantes brasileiros – 200 participantes;

Inscrições e estrutura do evento

As inscrições e acertos de viagem e hospedagem devem ser feitos no sítio do Encontro Mundial de Blogueiros. As vagas são limitadas e o prazo de inscrição se encerra em 20 de outubro. 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A falta que o respeito nos faz


 Leonardo Boff

A cultura moderna, desde os seus albores no século XVI, está assentada sobre uma brutal falta de respeito. Primeiro, para com a natureza, tratada como um torturador trata a sua vítima com o propósito de arrancar-lhe todos os segredos (Bacon). Depois, para com as populações originárias da América Latina. Em sua “Brevíssima Relação da Destruição das Índias”(1562) conta Bartolomé de las Casas, como testemunha ocular, que os espanhóis “em apenas 48 anos ocuparam uma extensão maior que o comprimento e a largura de toda a Europa, e uma parte da Ásia, roubando e usurpando tudo com crueldade, injustiça e tirania, havendo sido mortas e destruídas vinte milhões de almas de um país que tínhamos visto cheio de gente e de gente tão humana”(Décima Réplica). Em seguida, escravizou milhões de africanos trazidos para as Américas e negociados como “peças” no mercado e consumidos como carvão na produção.

Seria longa a ladainha dos desrespeitos de nossa cultura, culminando nos campos de extermínio nazista de milhões de judeus, de ciganos e de outros considerados inferiores.

Sabemos que uma sociedade só se constrói e dá um salto para relações minimamente humanas quando instaura o respeito de uns para com os outros. O respeito, como o mostrou bem Winnicott, nasce no seio da família, especialmente da figura do pai, responsável pela passagem do mundo do eu para o mundo dos outros que emergem como o primeiro limite a ser respeitado. Um dos critérios de uma cultura é o grau de respeito e de autolimitação que seus membros se impõem e observam. Surge, então, a justa medida, sinônimo de justiça. Rompidos os limites, vigora o desrespeito e a imposição sobre os demais. Respeito supõe reconhecer o outro como outro e seu valor intrínseco, seja pessoas ou qualquer outro ser.

Dentre as muitas crises atuais, a falta generalizada de respeito é seguramente uma das mais graves. O desrespeito campeia em todas as instâncias da vida individual, familiar, social e internacional. Por esta razão, o pensador búlgaro-francês Tzvetan Todorov, em seu recente livro “O medo dos bárbaros”(Vozes 2010), adverte que se não superarmos o medo e o ressentimento e não assumirmos a responsabilidade coletiva e o respeito universal não teremos como proteger nosso frágil planeta e a vida na Terra já ameaçada.

O tema do respeito nos remete a Albert Schweitzer (1875-1965), prêmio Nobel da Paz de 1952. Da Alsácia, era um dos mais eminentes teólogos de seu tempo. Seu livro “A história da pesquisa sobre a vida de Jesus” é um clássico por mostrar que não se pode escrever cientificamente uma biografia de Jesus. Os evangelhos contém história, mas não são livros históricos. São teologias que usam fatos históricos e narrativas com o objetivo de mostrar a significação de Jesus para a salvação do mundo. Por isso, sabemos pouco do real Jesus de Nazaré. Schweitzer comprendeu: histórico mesmo é o Sermão da Montanha e importa vivê-lo. Abandonou a cátedra de teologia, deixou de dar concertos de Bach (era um de seus melhores intérpretes) e se inscreveu na Faculdade de Medicina. Formado, foi a Lambarene no Gabão, na Africa, para fundar um hospital e servir a hansenianos. E aí trabalhou, dentro das maiores limitações, por todo o resto de sua vida.

Confessa explicitamente:”o que precisamos não é enviar para lá missionários que queiram converter os africanos, mas pessoas que se disponham a fazer para os pobres o que deve ser feito, caso o Sermão da Montanha e as palavras de Jesus possuam algum sentido. O que importa mesmo é, tornar-se um simples ser humano que, no espírito de Jesus, faz alguma coisa, por pequena que seja”.

No meio de seus afazares de médico, encontrou tempo para escrever. Seu principal livro é:”Respeito diante da vida” que ele colocou como o eixo articulador de toda ética. “O bem”, diz ele, “consiste em respeitar, conservar e elevar a vida até o seu máximo valor; o mal, em desrespeitar, destruir e impedir a vida de se desenvolver”. E conclui:”quando o ser humano aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante; a grande tragédia da vida é o que morre dentro do homem enquanto ele vive”.

Como é urgente ouvir e viver esta mensagem nos dias sombrios que a humanidade está atravessando.

Leonardo Boff é teólogo e autor de “Convivência, Respeito, Tolerância”,Vozes 2006.